Imagino tudo que mudou para todos. Como evoluíram, o que viveram...
Eu, certamente evoluí e vivi muito, mas como disse meu saudoso amigo Bruno, tudo parece estar igual. Mas, definitivamente, igual não está.
Ainda sou a mesma Mia de 10, 15 anos atrás. Em essência. Pois também sou alguém completamente diferente.
Ainda sei sentir o que eu sentia há tantos anos, mas venci fantasmas que me perseguiram, e possivelmente conheci outros fantasmas no caminho.
Me conheço mais e mais a cada dia, mas ainda tenho tanto a me descobrir que uma vida inteira não seria o bastante.
Em tempos difíceis, de crise, de pandemia, não sabemos o que o amanhã irá nos trazer, ou as provações que precisaremos enfrentar, mas me conforta deixar este desabafo aqui, registrado, assinado, uma prova de que eu existi e resisti. E como este blog, talvez eu ainda exista, de fato.
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